1. Incluir períodos de contribuição não computados
É comum o INSS não considerar todos os períodos de contribuição do segurado. Vínculos empregatícios antigos, contribuições como autônomo ou períodos rurais podem estar ausentes do CNIS (Cadastro Nacional de Informações Sociais). Regularizar essas informações pode aumentar o tempo de contribuição e, consequentemente, o valor do benefício.
2. Reconhecimento de atividade especial
Trabalhadores expostos a agentes nocivos (ruído, calor, produtos químicos, eletricidade, entre outros) podem ter o tempo de serviço convertido em tempo especial. Essa conversão aumenta o tempo de contribuição e pode antecipar a aposentadoria com um valor maior.
3. Revisão da vida toda
A revisão da vida toda permite que o INSS considere todas as contribuições realizadas pelo segurado, inclusive as anteriores a julho de 1994. Para quem tinha salários altos antes do Plano Real, essa revisão pode aumentar significativamente o valor do benefício.
4. Escolher a regra mais vantajosa
Após a Reforma da Previdência de 2019, existem diversas regras de transição. Cada segurado pode se enquadrar em mais de uma regra, e a escolha correta faz toda a diferença no valor final. Um planejamento previdenciário identifica qual regra oferece o melhor benefício.
5. Complementar contribuições em atraso
Em alguns casos, é possível recolher contribuições em atraso para completar o tempo necessário ou aumentar a média salarial. Essa estratégia deve ser analisada com cuidado por um especialista.
A importância do planejamento previdenciário
Todas essas estratégias dependem de uma análise detalhada e individualizada. O planejamento previdenciário é a ferramenta que permite identificar as melhores oportunidades antes de dar entrada no pedido de aposentadoria.
Conclusão
Não se contente com o primeiro cálculo do INSS. Com orientação jurídica especializada, é possível garantir uma aposentadoria mais justa e com o valor que você realmente merece.


